Explore Carregando data… Encontre matérias e conteúdos da Gazeta do Povo Notícias Últimas Vozes Saber Editoriais Política Ideias Economia Cidadania Mundo Cultura Vídeos Mundo Para entender Como as tensões políticas afetam a Copa do Mundo de 2026? Por Gazeta do Povo Lab
Dê de presente Prefira a Gazeta no Google Os presidentes do México, Claudia Sheinbaum; dos EUA, Donald Trump; e o premiê do Canadá, Mark Carney (Foto: EFE/Mario Guzmán/EPA/AARON SCHWARTZ/LUKAS COCH ) Apesar de sediada em conjunto por EUA, México e Canadá, a Copa do Mundo de 2026 revela profundas divisões diplomáticas. Medidas migratórias rígidas, guerras comerciais e declarações polêmicas de Donald Trump expõem um choque cultural que desafia a retórica de união do torneio.
O governo americano adotou normas rígidas que impactaram delegações estrangeiras. O caso mais emblemático é o do Irã, que precisou treinar no México após jogadores terem vistos negados ou sofrerem restrições de permanência. Além disso, o país barrou a entrada de um árbitro da Somália alegando supostos vínculos com o terrorismo.
Sim. Seguindo uma linha de rigor administrativo, as autoridades canadenses impediram a entrada do jogador ganês Thomas Partey devido a investigações criminais no exterior. Outro atleta da Costa do Marfim, Elye Wahi, quase ficou de fora por suspeitas de manipulação de resultados na França, mas teve seu visto liberado na última hora.
Diferente de seus parceiros, o México adotou uma política de ‘portas abertas’, sem registros de proibições de entrada até agora. Na diplomacia, a presidente Claudia Sheinbaum tenta manter negociações estáveis com os EUA para reverter tarifas comerciais, enquanto pede calma à população diante das declarações agressivas vindas de Washington.
Desde o ano passado, Donald Trump impôs tarifas de 25% sobre produtos importados do México e do Canadá, ameaçando encerrar o USMCA (acordo de livre comércio da região). Como resposta, o Canadá buscou parcerias com a China, e agora os três países discutem se renovam o tratado atual por 16 anos ou se iniciam um processo de revisões anuais que pode encerrar o acordo em 2036.
O presidente americano sugeriu em diversas ocasiões a anexação do Canadá como o ’51º estado americano’, afirmando que a nação vizinha não sobreviveria sem os subsídios dos EUA. Em relação ao México, Trump classificou os cartéis de drogas como organizações terroristas e ameaçou usar força militar em território mexicano, alegando que criminosos controlam o país.
Conteúdo produzido a partir de informações apuradas pela equipe de repórteres da Gazeta do Povo. Para acessar a informação na íntegra e se aprofundar sobre o tema leia a reportagem abaixo.
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Créditos da imagem: EFE/Mario Guzmán/EPA/AARON SCHWARTZ/LUKAS COCH )
